Método · atualizado em setembro de 2026

Como medimos

Cada número da página inicial foi medido nos nossos próprios aparelhos. Aqui está como cada um foi medido, e como conferir você mesmo.

O que medimos

22 GB · 184 arquivos · 0 falhas

Uma sessão pelo cabo, agosto de 2026: Samsung Galaxy S25 Ultra → Mac no modo cabo do app do Mac, por um cabo USB 2 (cabo de carregador), a uns 28 MB/s, cerca de 13 minutos. Cada arquivo teve o tamanho exato conferido com o do celular e 3 foram comparados byte a byte: 0 falhas. No cabo, a conferência pela impressão digital (SHA-256) roda quando o celular tem a ferramenta sha256sum; sem ela, a conferência é o tamanho exato.

806 MB em 46 s

Um vídeo de verdade de um Galaxy S25 Ultra para um Mac pelo Wi-Fi de casa, agosto de 2026: o app registrou 46,1 s (uns 17,5 MB/s), e esse tempo inclui o cálculo da impressão digital SHA-256 do arquivo.

Até 49,7 MB/s pelo Wi-Fi

Setembro de 2026, um arquivo de 191 MB no Wi-Fi de casa: Mac → iPhone a 49,7 MB/s e iPhone → Mac a 38,9 MB/s, medidos no fio (o tempo em que os bytes atravessaram a rede).

Todos os pares de aparelho, nos dois sentidos

Setembro de 2026, nossos próprios aparelhos no mesmo Wi-Fi de casa: Android ↔ Windows, Android ↔ Mac, iPhone ↔ Windows, iPhone ↔ Mac, Mac ↔ Windows e celular com celular (Android ↔ iPhone, pelo código QR) — 16 de 16 pares. Registramos se o arquivo chegou e passou na conferência, não a velocidade: todos os pares concluíram e conferiram. No iPhone o app precisa ficar aberto enquanto recebe.

O que não afirmamos

Não publicamos tempos de outros apps nem da nuvem: não medimos lado a lado, então não os colocamos num gráfico. Ainda não medimos um cabo USB 3, então também não publicamos número para ele. Os seus números vão variar com a sua rede e os seus aparelhos.

O método, em português claro

  1. Pelo Wi-Fi, quem envia calcula a impressão digital SHA-256 do arquivo antes de mandar.
  2. Quem recebe grava o arquivo como parte temporária e calcula o próprio SHA-256 do que chegou no disco, não do fluxo.
  3. Só se as duas impressões digitais baterem o arquivo ganha o nome final. Senão é descartado, e o app mostra a falha.
  4. No modo cabo do Mac com Android, o Mac confere o tamanho exato e, quando o celular tem sha256sum, também o SHA-256; arquivo que falha é apagado e listado como falha.

Reproduza você mesmo

Instale o ZiggSend no computador, mande um arquivo grande do celular e acompanhe até terminar: arquivo que não passa na conferência nunca ganha o nome final, e o app avisa. Depois, confira você mesmo: o Histórico do celular mostra os 8 primeiros caracteres do SHA-256 do original, e shasum -a 256 (Mac) ou certutil -hashfile … SHA256 (Windows) dá o da cópia. Voltar para a página inicial